Megalomania megafônica: isenta de verdade

Ontem foi um dia de regozijo entre a mídia esverdeada, pois após a vitória do Ex-Governador Garotinho e dos vereadores impedidos de serem diplomados na noite anterior, sentia-se a necessidade de criar um novo fato para “dropar” esta notícia, e assim foi feito.

No rompante de um depoimento duvidoso da “megalofônica” Beth, que numa análise clínica apurada poderia ser diagnosticada com síndrome persecutória (ou mitomania), a autoridade policial resolve convocar a ex-subsecretária de Governo, Joyce Lessa, para apertar-lhe a cerca de um encontro casual que ambas tiveram em um lugar público.

Campos, apesar de suas dimensões significativas, no que tange a entretenimento e lazer, é um ovo de codorna. Não é preciso ser um perseguidor para esbarrar com algum conhecido em barzinhos e baladas. No quesito espiritual a situação é ainda mais restrita, pois recaem sobre a preferencia do fiel questões como empatia com o pregador, localização e em muitos casos, quem são os outros fiéis que habitam o espaço.

No depoimento de Megafone, a Bete, recém fiel de um templo religioso frequentado pelo Delegado Paulo Cassiano, afirma em novo depoimento que durante o culto foi seguida e observada por Joyce, num claro objetivo de intimidar e amedronta-la.

A mídia verde entrou em polvorosa, afinal, era uma oportunidade nova para jogar mais um nome na lama, ainda mais quando este nome tem ligações com o Ex-Governador, e comprou a ideia do depoimento e a vendeu para a autoridade policial, que a utilizou no outro dia, convocando a moça para uma sabatina, com direito a polícia às 6h da manhã na porta, e celulares e computadores apreendidos.

Chega a ser hilária toda essa ação pirotécnica motivada por fofocas de jornais altamente interessadas em enfrentar e afrontar o antigo grupo político dessa cidade, afinal, como bem disse Douglas da Mata em seu blog, quem tem que provar que está falando a verdade é Beth, e não a polícia, pois como já esclareci em algumas oportunidades, Beth já mudou seu depoimento em diversas oportunidades, e alegou em juízo não ter mentido em nenhum (WTF?), mesmo estes depoimentos sendo completamente diferentes e fatos. Logo, há de se fazer uma reflexão quanto a veracidade das informações prestadas por ela SEMPRE.

Em depoimento Joyce desmistificou a suposta perseguição, comprovando que a interação de ambas, só ressentida por Beth, foi apenas uma casualidade, pois a mesta estava em Itaperuna no dia, e foi a igreja frequentada por seu irmão para lhe devolver as chaves do apartamento. Todo este constrangimento poderia ter sido evitado caso Megafone fosse frequentadora do templo e soubesse que o rapaz, dono das chaves a serem entregues, pertencesse a 9 anos àquele culto, mas como ela é frequentadora recente, somente após conhecer o Delegado Paulo Cassiano na operação chequinho é que ela passou a frequentar a mesma denominação religiosa que ele, e fica passando essas vergonhas por aí.

Megafone não é o Sensacionalista, mas é isenta de verdade.

Segue as fotos dos horários das publicações, bem como a cópia do depoimento de Joyce a autoridade policial.

maycomorais

Bacharelando em Engenharia Civil, jornalista, blogueiro, desenhista, amante de artes, cinema, quadrinhos, Action Figures e Jiu-Jitsu.

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